Jamais tinha conhecido seu pai

“Jamais tinha conhecido seu pai. E talvez ninguém jamais tivesse. Com sua timidez, seu formalismo e seus tirânicos acessos de raiva, ele protegia seu íntimo com tamanha ferocidade que se a pessoa o amava, como ela o amava, aprendia que a maior gentileza que podia fazer com ele era respeitar sua privacidade.”

Do livro: Jonathan Franzen, As Correções. Companhia das Letras, 2011, 586p.

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