Posts de Ana Margarida

Caminho vida fora, num passo de cada vez, tendo esperança da vida que está por vir.

Primavera

O ano iniciou-se com uma aventura inexplicável. Foi me dito que seria o momento em que viveria uma nova estação. Que viveria a Primavera. Confesso que me empolguei, cheguei mesmo a chorar de tanta emoção. Mal sabia eu o que me esperava. Por um momento, esqueci-me completamente que ainda vivia um intenso Inverno de memórias trágicas. Mentiras, palavras malditas… que me paralisavam entre as paredes desalinhadas de gelo e medo.

Continue reading →

As Crónicas de Nárnia: O Cavalo e o Seu Rapaz

Finalmente, tenho uma crónica nas minhas mãos! Esta trata-se da terceira crónica seguida da crónica “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”. Aqui, Nárnia já existe e a sua fama é bem aclamada. Porém, Xassta faz parte do pequeno grupo de pessoas que nunca ouviu falar de Nárnia. Na verdade, o rapaz não sabe a sua história. Nem de onde veio e nem para onde vai.

Continue reading →

Um novo significado

As memórias devem ser preservadas, ainda que dolorosas. Não o digo sem piedade ou com desprezo da jornada de cada pessoa, mas porque existe beleza na transformação da qual elas podem ser alvo. Se eu dissesse que Deus não deseja que as tuas memórias sejam apagadas – mesmo que sejam as piores de todas – acharias que estava a ser um Deus injusto? Pois é… eu própria ainda tenho uma visão muito fatalista da vida. Deste modo, o meu objectivo não é que se sintam mal, mas que me acompanhem no que aprendi há algumas semanas atrás.

Continue reading →

Filhos da Violência

Uma autoridade que abusa não nos faz ver Deus como protector. Lutamos a vida inteira com as imagens que insistem em ficar gravadas na nossa mente. Dizemos vezes sem conta, para nós mesmos, que já passou. Já não voltará a acontecer. Mas só Deus sabe o quanto lutamos com o sentimento de culpa, medo e pânico. Esses foram os sentimentos a que ficámos expostos sem saber como lidar com eles. Não estavámos preparados… não fomos criados para isso.

Continue reading →

Vivo

Não queria atravessar crises existenciais. O melhor mesmo era saber todas as técnicas para lidar com a ansiedade e o pânico. Ou, até mesmo, compreender na plenitude quem sou eu.

Continue reading →

Insegurança, hoje te abandono.

Ok, vamos lá! Vou abandonar a insegurança que parece que me controla. Contraditório, não acham? Eu concordo. Porém, não posso abolir o factor de ser humana carregada de episódios que me levam a tal. Não estou a querer justificar-me para ter razão em ser assim, pelo contrário. Eu posso não ter o poder de mudar o meu passado, mas posso decidir o que fazer com ele. No final de contas, tudo se fez novo. Então, eu tenho que viver a novidade que me está proposta e abandonar as coisas velhas que tornam o meu fardo pesado.

Continue reading →

Quem és tu?

Vejo uma geração um tanto quanto perdida no seu rumo e nas decisões a tomar. Para esta geração, infelizmente, o Google não vai ter resposta para tudo – muito menos para questões relacionadas ao ser individual (e ainda bem).

Continue reading →

Um dia de cada vez

Tudo quanto existe nas sociedades contemporâneas revela evolução. O Homem evoluiu, a tecnologia evoluiu, enfim…, o mundo evoluiu. Tudo isso facilitou e simplificou bastante o modo como nos mantemos em contacto, como recebemos respostas imediatas e notícias importantes. Ou seja, na sociedade em que estamos inseridos há sempre vantagem e rapidez nas informações a receber e nas decisões a tomar. Mas, tenho cá para mim que isso não está a ser bem discernido por nós. Digo isto, por saber que nos tornámos pessoas muito centradas no próprio umbigo e (demasiado) imediatas. Infelizmente, diante de tamanho avanço, o que noto é que o ser humano se esqueceu que precisava também evoluir na maneira como deve lidar e vivenciar as suas emoções.

Continue reading →

Escravos sem saber

Continue reading →

Que eu não me esqueça

Continue reading →