Os órfãos

Nesse mês do Especial da Criança, dedicado aqui no blog à literatura infanto-juvenil, houve algo comum em todas as obras resenhadas aqui no blog com exceção de uma. Heidi, Sophie, Peter Pan e Mary são todas crianças órfãs, todas personagens infantis sozinhas nos mundos criados por seus autores.

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Pare e repense

Há momentos que não tem jeito, temos que parar e repensar algumas coisas na nossa vida – ou a própria vida.

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O que aprendi com o arrependimento de uma menina de 9 anos

HÁ ALGUM TEMPO ATRÁS, estive em um certo lugar (um abrigo) para visitar uma menina, vou chamá-la aqui de Alícia (para resguardar sua identidade), que estava em disciplina em um quarto por causa do seu mal comportamento. Quando entrei ela estava sentada no chão em silêncio empilhando alguns brinquedos. Ela olhou para mim e rapidamente abaixou o olhar, então resolvi me sentar também no chão, ao lado dela. Eu disse:

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Primavera

O ano iniciou-se com uma aventura inexplicável. Foi me dito que seria o momento em que viveria uma nova estação. Que viveria a Primavera. Confesso que me empolguei, cheguei mesmo a chorar de tanta emoção. Mal sabia eu o que me esperava. Por um momento, esqueci-me completamente que ainda vivia um intenso Inverno de memórias trágicas. Mentiras, palavras malditas… que me paralisavam entre as paredes desalinhadas de gelo e medo.

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A esposa de João Wesley

Mary Vazeille foi apresentada a João Wesley em 1751 por um amigo incomum chamado Vicent Perronet. Vazeille era viúva, mãe de quatro filhos, possuía uma boa situação financeira, e parecia ter as qualidades que devem adornar uma esposa de pastor. O casamento foi tratado rapidamente, sendo realizado 15 dias após ser combinado. Vazeille viveu até o ano 1781, e durante aqueles trinta anos era para o marido a encarnação de uma tormenta constante. A princípio ela lhe acompanhava em suas viagens de pregação, mas o seu gênio de ficar descontente, e de contrariar a todos ao seu redor, acabou com isso. Dentro de um mês depois do casamento o tópico predileto desta notável mulher foi conversar sobre as faltas do seu grande marido.

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Uma carta de Susana Wesley ao seu filho

Susana Wesley foi uma mulher admirável. Seu cuidado com os seus filhos se estendeu pra além da infância deles. Conta-nos a história que João Wesley aos 22 anos de idade era um estudante de Oxford, porém ainda não tinha escolhido a sua carreira. Em uma carta aos seus pais expressou muita duvida quanto a essa questão e principalmente não desejava se consagrar ao ministério cristão. Seu pai respondeu-lhe que não devia abraçar semelhante carreira “como os filhos de Eli, para ter um pedaço de pão para comer”, mas sim, só para glorificar a Deus e ser útil aos homens. Susana por sua vez, preocupada com a vida espiritual do filho enviou-lhe uma carta que operou grande efeito na vida de Wesley nesse período. Eis a carta:

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Susana Wesley (1669-1742)

Susana Wesley é conhecida ainda em nossos dias por ter sido a mãe de João Wesley e Carlos Wesley, pais do Metodismo. É atribuído ao esforço direto e assíduo dessa mulher cristã o caráter de seus filhos. Com a máxima razão é dito que Susana foi a mãe, não somente dos Wesleys, como também do próprio Metodismo. Era filha de Mary White e do Dr. Annesley, um dos teólogos de maior distinção entre os puritanos. Dotada de admirável inteligência, recebeu uma educação sólida e abrangente, que incluía o conhecimento de idiomas, filosofia, teologia e muitas questões eclesiásticas.

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“O homem que não lê bons livros não tem nenhuma vantagem sobre o homem que não sabe ler.” (Mark Twain)

Um novo significado

As memórias devem ser preservadas, ainda que dolorosas. Não o digo sem piedade ou com desprezo da jornada de cada pessoa, mas porque existe beleza na transformação da qual elas podem ser alvo. Se eu dissesse que Deus não deseja que as tuas memórias sejam apagadas – mesmo que sejam as piores de todas – acharias que estava a ser um Deus injusto? Pois é… eu própria ainda tenho uma visão muito fatalista da vida. Deste modo, o meu objectivo não é que se sintam mal, mas que me acompanhem no que aprendi há algumas semanas atrás.

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O sofrimento foi bom para mim

Há algumas semanas eu comecei a ler Salmos. Estava determinada e motivada a encarar os 150 capítulos, mas, já no 20 a leitura não estava me prendendo, realmente estava me esforçando para continuar.

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