Resenha livro: Emma, de Jane Austen

Jane Austen é uma das minhas autoras favoritas. Entre outras leituras, nesse período difícil de pandemia, achei que não haveria uma escolha melhor para me distrair um pouco. Decidi então que era a vez de Emma.

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É injusto julgar…

É injusto julgar a conduta de qualquer pessoa sem conhecer profundamente a sua situação. Ninguém que não conheça a intimidade de uma família pode avaliar as dificuldades de qualquer membro dela.

Do livro: Emma, de Jane Austen. Publicado originalmente em 1815. Edição: Landmark, 2010.

Jane Austen, sobre as qualidades femininas:

E como parece que os homens são muito mais filosóficos a respeito da beleza do que em geral se pensa, ainda que se apaixonem por mentes bem esclarecidas ao invés de rostos bonitos, uma moça tão bonita como H. pode ter a certeza de ser admirada e pretendida e de ter o poder de escolher entre muitos, como consequência de ser bonita. Sua boa índole também não é um atrativo desprezível, porque inclui no caso dela total docilidade de temperamento e maneiras, uma modesta opinião de si mesma e grande disposição para agradar aos outros. Estou enganada se o seu sexo em geral não considerar tal beleza e temperamento as mais altas qualidades que uma mulher pode possuir.

Do livro: Emma, de Jane Austen. Publicado originalmente em 1815. Edição: Landmark, 2010.

Resenha livro: Razão e Sensibilidade, de Jane Austen

Jane Austen é uma das principais escritoras inglesas de todos os tempos, ela viveu entre 1775 a 1817. Nascida em Steventon, Hampshire, filha de um pároco anglicano. Sua situação e ambiente serviram de contexto para todas as suas obras, cujo tema gira em torno do casamento da protagonista. Sense and Sensibility (Razão e Sensibilidade) foi seu primeiro romance publicado em 1811, seguido de Pride and Prejudice (Orgulho e Preconceito) em 1813 que é a sua obra-prima e muitos outros.

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Resenha livro: A Abadia de Northanger, de Jane Austen

A Abadia de Northanger, segundo notas desta edição foi concluído em 1803, porém publicado somente em 1818, um ano após a morte de Jane Austen. É um romance divertido, a autora apresenta novamente uma crítica social bem elaborada, sendo “os romances góticos” e o “preconceito literário” os principais alvos de sua crítica.

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Resenha livro: Orgulho e Preconceito, de Jane Austen

Orgulho e Preconceito é um clássico da literatura inglesa, escrito em 1797 e publicado a primeira vez em 1813. O livro retrata a história da família Bennet residentes na cidade fictícia de Meryton, Inglaterra. A família é composta pelo Sr. Bennet um homem despreocupado e muito bem-humorado; a sua esposa a Sra. Bennet, uma mulher neurótica, egoísta, de difícil trato; e as suas 5 filhas: Jane a filha mais velha, bela e bondosa; Elizabeth inteligente e ousada; Mary estudiosa e por isso também vaidosa; Kitty sem personalidade própria, fútil e muito influenciável; e Lydia a caçula, extremamente fútil e mimada. 

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