EU LI: Frankenstein ou o Prometeu moderno, de Mary Shelley

“Aprendi como a morte destrói minuciosamente o que havia sido, até há pouco, um rosto rosado e sadio. Observei como estruturas maravilhosas, que tornam o homem uma criação insuperável, degradavam-se e transformavam-se em carniça para seres minúsculos, indignos daquela complexidade.”

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