Maria e Ana

Com saudades de usar as palavras, fui instigada a escrever sobre quem amo. Ela faz parte do meu mundo muito antes de eu nascer e sempre acreditou em mim, até quando muitos já davam o caso por perdido. Estou a falar da minha Maria, a minha avó. A vida tem nos levado a estar cada vez mais próximas, mais unidas. Ela carrega a sabedoria de anos e que o próprio Deus lhe dá, marcas de uma vida de luta e de suaves vitórias. E eu carrego a força e a determinação que herdei dela e da minha mãe, e que o próprio Deus me dá.

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eu no chão

Jamais, jamais imaginaria há um ano atrás, como minha vida estaria agora.

Chorei, chorei demais, por um momento tudo estava perdido.

Por um momento, tudo no chão, eu no chão, ajoelhada, prostrada diante de ti fonte da minha vida.

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Barreiras, tropeços e…. Vitórias!

Imagine-se na pele de um homem que veio de uma família pobre do interior cuja renda familiar nunca o permitiu fazer cursos de inglês ou informática, fracassou em duas oportunidades para entrar na universidade, foi reprovado em mais de trinta entrevistas de emprego.

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Identificação

­­­­Consideraram-te bastardo, sem saberem que eras filho do próprio Deus que eles tão zelosamente faziam menção de falar. Viveste pacientemente segundo a cultura em que nasceste, porque sempre fez parte de ti respeitar os homens e as suas formas de estar, de viver.

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Os órfãos

Nesse mês do Especial da Criança, dedicado aqui no blog à literatura infanto-juvenil, houve algo comum em todas as obras resenhadas aqui no blog com exceção de uma. Heidi, Sophie, Peter Pan e Mary são todas crianças órfãs, todas personagens infantis sozinhas nos mundos criados por seus autores.

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Pare e repense

Há momentos que não tem jeito, temos que parar e repensar algumas coisas na nossa vida – ou a própria vida.

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O que aprendi com o arrependimento de uma menina de 9 anos

HÁ ALGUM TEMPO ATRÁS, estive em um certo lugar (um abrigo) para visitar uma menina, vou chamá-la aqui de Alícia (para resguardar sua identidade), que estava em disciplina em um quarto por causa do seu mal comportamento. Quando entrei ela estava sentada no chão em silêncio empilhando alguns brinquedos. Ela olhou para mim e rapidamente abaixou o olhar, então resolvi me sentar também no chão, ao lado dela. Eu disse:

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